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Na Bahia, os pesquisadores indicam a existência de 300 a 500 comunidades quilombolas. Quatro dessas comunidades contavam com suas terras tituladas (ou ao menos parcialmente tituladas) pelo governo federal ou estadual: Barra, Bananal e Riacho das Pedras; Parateca e Pau D’Arco; Rio das Rãs; Mangal e Barro Vermelho. A história de grande parte dos quilombos na Bahia é marcada por disputas e conflitos com os grandes proprietários e grileiros.
Já o Estado do Maranhão é um dos cinco no Brasil cuja constituição reconhece às comunidades quilombolas o direito à propriedade da terra. O estado possui cerca de 530 comunidades espalhadas em 134 municípios. Até outubro de 2007, 20 comunidades quilombolas maranhenses haviam conquistado o título de propriedade de suas terra.
Contudo o governo continua certificando comunidades que tenha a verdadeira caracteristica de remanescentes de quilombo. No dia 11 de abril foram certificadas mais nove comunidades remanescentes de quilombo.
Maranhão
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As comunidades remanescentes de quilombo no Brasil, já tomam conta de mais de 24 estados, dentre eles: Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Para ser considerada uma comunidade remanescente de quilombo, o governo deve autorizar com base em critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra, relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida.